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Biomédica de Palmeiras do Manhuaçu é morta no trabalho pelo ex-companheiro em Ibirité

11/03/2025 - Atualizado em 11/03/2025 15h21

IBIRITÉ (MG) - O assassinato da biomédica Miquéias Nunes de Oliveira, de 33 anos, no início da noite desta segunda-feira, 10, dentro da clínica onde trabalhava em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte eleva a estatística de vítimas de femnicídio. Dra. Keia Oliveira, como era conhecida e tratada por amigos e pacientes foi brutalmente assassinada com diversos golpes de faca.

Segundo as informações, o autor do feminicídio é o ex-companheiro de “Kéia Oliveira”. Ele não aceitava o fim do relacionamento. Pessoas próximas à vítima contaram que, eles se separaram há cerca de cinco meses e, o suspeito por vezes procurou Keia Oliveira para tentar reatar, mas ela estava decidida terminar.

R.T. de 43 anos chegou à clínica, dizendo que queria apenas conversar com a ex-mulher, que estava atendendo um paciente. Repentinamente ele a atacou com a faca e, em seguida tentou se matar, porém foi socorrido ao Hospital Municipal de Contagem.

Miquéias (Keia) Nunes de Oliveira nasceu no distrito de Palmeiras do Manhuaçu, estudou na Escola Municipal Eni Alves Nogueira. Mudou-se para realizar seu sonho, formou-se e, no auge de sua carreira teve sua vida interrompida, pela pessoa escolhida como companheiro.

A Escola Municipal Eni Alves Nogueira divulgou uma nota, lamentando a morte prematura da ex-aluna, que contagiava a todos com seu sorriso e inspirava quem estava ao seu redor. “A comunidade escolar presta suas condolências e manifesta seus sentimentos de pesar à família e, a todos que tiveram a honra de conhecer e conviver com a Kéia.  Que sua memória permaneça em nossos corações”, diz a mensagem. Nas redes sociais, amigos lamentaram a morte da biomédica.

O corpo da biomédica, Keia Nunes de Oliveira chegará a Simonésia nesta terça-feira, 11/03, onde será velada e sepultada. 

Eduardo Satil / Rádio Caparaó @radiocaparao

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