Ele foi morto em Piúma (ES) em janeiro

Preso outro acusado da morte do prefeito de São Francisco do Glória

O delegado Wagner de Castro, da Delegacia de Muriaé, confirmou, a prisão de mais um suspeito do assassinato do prefeito de São Francisco do Glória, Gilberto Souza e Silva (DEM), 44 anos, ocorrido no dia 13 de janeiro, em Piúma, no litoral Sul do Espírito Santo. Segundo o delegado, o investigado está com prisão decretada […]

O delegado Wagner de Castro, da Delegacia de Muriaé, confirmou, a prisão de mais um suspeito do assassinato do prefeito de São Francisco do Glória, Gilberto Souza e Silva (DEM), 44 anos, ocorrido no dia 13 de janeiro, em Piúma, no litoral Sul do Espírito Santo. Segundo o delegado, o investigado está com prisão decretada pela Justiça capixaba.

O homem, identificado apenas como Wagner, foi recambiado de Muriaé para a prisão de Carangola, também em Minas Gerais, onde aguarda a decisão para ser transferido para Piúma, local do crime. O delegado de Muriaé informou ainda que o suspeito ao prestar depoimento negou envolvimento no assassinato de Gilberto Souza e Silva. A prisão do suspeito aconteceu na semana passada.

O delegado Wagner de Castro disse ainda que não poderia dar mais detalhes do suposto envolvimento do suspeito no crime porque o inquérito é presidido por um delegado capixaba. Procurado pela reportagem para falar sobre a investigação, o delegado Milton Sabino, da Delegacia de Piúma, não foi encontrado. Segundo os policiais, ele encontra-se de férias.

No dia 25 de janeiro, a polícia prendeu Delair Siqueira Silva, 47, apontado como executor do crime, na localidade de Córrego Bom Jesus, em Ecoporanga, no Norte do Estado. Ele nega envolvimento no crime.

O prefeito de São Francisco do Glória, Gilberto Souza e Silva, foi assassinado quando estava acompanhado de um amigo em uma pizzaria em Piúma. O executor fugiu de motocicleta. Delair foi apontado como suspeito do crime após a divulgação do retrato falado feito por peritos da Polícia Civil. A polícia trabalha com a hipótese de motivação política para crime.

Eduardo Santos – A Gazeta – 11:09 – 02/05/08