Segurança

Acidente na MG-111 tira a vida de empresário de Manhuaçu

Acima as fotos do acidente. Abaixo, reprodução da fotografia de Edson, que foi socorrido com ferimentos graves Antonio Leite de Andrade Junior, de Manhuaçu, morreu num acidente na MG-111, km 72, no trecho próximo a Usina Sinceridade, na saída de Manhuaçu para Simonésia, na manhã deste sábado, 27. Antônio seguia num Toyota Corolla, placa HCQ […]

Acidente na MG-111 tira a vida de empresário de Manhuaçu
Acima as fotos do acidente. Abaixo, reprodução da fotografia de Edson, que foi socorrido com ferimentos graves

Antonio Leite de Andrade Junior, de Manhuaçu, morreu num acidente na MG-111, km 72, no trecho próximo a Usina Sinceridade, na saída de Manhuaçu para Simonésia, na manhã deste sábado, 27.

Antônio seguia num Toyota Corolla, placa HCQ 3484/Manhuaçu, dirigido pelo empresário Edson Cristovão Teixeira da Costa, 46 anos (Loja Passo Livre). O motorista perdeu o controle da direção, saiu da pista e caiu num córrego que passa sob a rodovia.
Edson foi socorrido até a Unidade de Pronto Atendimento com ferimentos graves. O Corpo de Bombeiros confirmou que Antônio Leite de Andrade Júnior morreu preso às ferragens dentro do carro submerso no leito do córrego.
O corpo só foi retirado depois que conseguiram virar o Corolla. O carro tombou com as rodas para cima dentro do córrego.

A Polícia Militar Rodoviária controlou o trânsito no local até a retirada do veículo.

BARULHO

Moradores da região encontraram o carro por causa do barulho na hora do acidente. “Eu acordei com um estrondo muito alto, mas sai de casa e não vi nada. O cachorro saiu correndo pelo terreiro e começou a latir insistentemente na beira da estrada. Foi aí que eu corri até o local e vi carro dentro do rio e uma pessoa (Edson) caída na beira do barranco muito machucada. Eu o arrastei um pouco da margem e comecei a parar os carros que passavam na estrada”, contou o lavrador Waldir, que mora perto do local do acidente.

Se não fosse o cachorro, a localização do ferido e do carro demoraria muito tempo. O mato encobre a visão e não seria visto facilmente o local em que o Corolla tombou.

Jailton Pereira – portalcaparao@gmail.com