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Conselho Tutelar: População reelege os cinco membros

A votação registrou o comparecimento de 1.464 eleitores. O voto é facultativo e exigia a apresentação de título de eleitor e documento de identidade nas seções instaladas na Escola Monsenhor Gonzalez. O curioso do resultado foi a reeleição dos cinco membros. A última vaga foi obtida por um voto de diferença entre o quinto e […]

A votação registrou o comparecimento de 1.464 eleitores. O voto é facultativo e exigia a apresentação de título de eleitor e documento de identidade nas seções instaladas na Escola Monsenhor Gonzalez.

O curioso do resultado foi a reeleição dos cinco membros. A última vaga foi obtida por um voto de diferença entre o quinto e o sexto colocados no resultado final.

Os resultados foram os seguintes: Cleonilda Viana Ferreira – 191 votos, Wagner Alves Caldeira – 182 votos, Jaqueline de Paula Labanca – 177, Diana Silva Martins – 173 e Jerônimo Rosa da Silva – 168. Os quatro suplentes foram: Cleide Maria de Oliveira – 167 votos; Pedrita Rodrigues Bianchi – 158; Márcia Aparecida Gomes – 134 e Lenira Heringer – 96.

Dos treze candidatos aprovados na prova objetiva, nove foram aprovados após passarem por uma avaliação final (prova oral), para serem votados e escolhidos os titulares e suplentes através do voto pela comunidade.

A presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Valquíria Felix explica que os conselheiros tutelares têm a incumbência de trabalhar com as crianças e adolescentes que praticam atos infracionais, além de lutar por políticas públicas, que venham atender às necessidades e garantir amparo aos menores. “O trabalho de conscientização também é fundamental para darmos um futuro promissor a esses adolescentes, que ficam desamparados e promovem atos que a comunidade repudia”, ressalta.

O trabalho dos conselheiros é difícil e exige muito domínio nos vários casos que aparecem no cotidiano. “Com a participação de todos, através do voto é possível mudar a forma de trabalho, fortalecer os conselheiros para que estejam sempre buscando mecanismos de apoio às crianças e adolescentes”, explica Valquíria Felix.

Carlos Henrique Cruz – 08/07/08 – 09:24 – portalcaparao@gmail.com