BELO HORIZONTE (MG) – Minas Gerais tem onze candidatos registrados para a disputa ao governo do estado nas eleições gerais deste ano, mesmo número de candidaturas registrado em 2022. Neste domingo (16/08) começou a propaganda eleitoral nas ruas e na internet, conforme o calendário eleitoral.
Estão na disputa Alexandre Kalil (PDT), Ben Mendes (Missão), Cleitinho Azevedo (Republicanos), Flávio Roscoe (PL), Gabriel Azevedo (MDB), Henrique Áreas (PCO), Indira Xavier (Unidade Popular), Mateus Simões (PSD), Patrus Ananias (PT), Túlio Lopes (PCB) e Rafael Duda (PSTU).
Mateus Simões, atual governador do estado, tenta a eleição após ter sido vice de Romeu Zema (Novo), hoje candidato à Presidência da República. Simões concorre pela coligação Minas no Caminho Certo, formada por PSD, União Progressista, Partido Novo, Avante, Federação Renovação Solidária, Mobiliza, Democracia Cristã e Agir.
Alexandre Kalil, segundo colocado na eleição de 2022, concorre pela coligação Cuidar de Minas, formada por PDT e a Federação PSDB Cidadania.
ÚNICA MULHER NA DISPUTA
Indira Xavier, do Unidade Popular, é a única candidata mulher ao governo de Minas. Ela também disputou o pleito anterior, quando terminou em sétimo lugar na votação.
Gabriel Azevedo (MDB), que concorreu à Prefeitura de Belo Horizonte em 2024 e terminou como sexto colocado, é candidato ao governo pelo mesmo partido, em chapa puro sangue.
Ben Mendes (Missão), Henrique Áreas (PCO), Túlio Lopes (PCB) e Rafael Duda (PSTU) concorrem sem coligação partidária. Os quatro declararam à Justiça Eleitoral não possuir bens.
O candidato com maior patrimônio declarado é Flávio Roscoe (PL), com mais de 13 milhões e 350 mil reais. Ex-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), ele deve dar palanque no estado ao candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro, também do PL.
Patrus Ananias (PT) concorre pela coligação “Pra Minas Gerais Voltar a Sonhar”, formada por PSB, PCdoB, PV, PSOL e Rede, e deve ser o palanque em Minas Gerais para o candidato à reeleição na Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Ananias foi ministro do governo Lula entre 2004 e 2010.
A candidatura de Cleitinho Azevedo, do Republicanos, foi registrada horas antes do fim do prazo determinado pela Justiça Eleitoral, após impasse envolvendo a direção nacional do partido e atritos públicos. Líder nas pesquisas, o senador adiou ao máximo a definição e chegou a declarar publicamente que não seria candidato.